Como criar sua Persona utilizando o Mapa da Empatia

Como fazer com que sua estratégia de conteúdo impacte as pessoas certas?

Quando você está produzindo um novo conteúdo, precisa ter em mente algumas questões. Você deve focar em um público que deseja receber seu conteúdo e em produzir algo que seja realmente útil para ele.

Seu esforço tem de alguma forma provocar uma transformação no leitor – pense sempre como você pode ajudar quem está do outro lado da tela. Assim, você estará sendo relevante.

Quem define seu conteúdo não é você, é quem o está consumindo.

Para te ajudar nessa fase do trabalho, responda a algumas perguntas abaixo. Não siga esta lista como uma receita de bolo, são perguntas iniciais a serem resolvidas.

  • Como será disponibilizado esse material?
  • Qual é a Persona para quem será entregue esse conteúdo?
  • Quando o irei disponibilizar?
  • Qual conteúdo quero entregar?
  • Quais meios irei utilizar?

Irei discutir com você sobre a Persona que deseja trabalhar, ou seja, qual é o público alvo que deseja impactar.

Para facilitar o trabalho do seu dia-a-dia, vou lhe apresentar uma ferramenta sensacional que irá te ajudar muito a criar sua Persona. Essa ferramenta é O mapa da Empatia que faz parte da Metodologia Business Model Generation – Canvas.

O Mapa da Empatia trabalha com os sentidos, as dores e anseios da sua Persona. Vamos criar juntos um Mapa da Empatia de uma pessoa fora do mercado de trabalho:

a)    O que a Persona vê?

Quando uma pessoa se encontra nesta situação, geralmente as ofertas de emprego são inadequadas, salários incompatíveis com a função etc. Nesta parte do Quadro da Empatia você tem que descobrir como ela é impactada. Por jornais gratuitos? Sites de ofertas de emprego? Em que tipos de problemas ela se encontra?
Saber como ela é impactada te ajudará definir a estratégia de entrega de conteúdo

b)    O que a Persona ouve?

Aqui você descobre o que ela escuta do meio externo. O que os amigos dela estão falando: apostar em formação, migrar para o empreendedorismo etc.

c)    O que a Persona pensa e sente?

Nessa área você tem que descobrir o que é realmente importante para ela.

O desempregado está em um momento de desânimo, insegurança e vontade de mudar a situação incômoda em que se encontra.

d)    O que a Persona fala e faz?

Tenha cuidado em diferenciar o que sua Persona pensa e sente do que ela fala e faz. Muitas vezes o que ela fala e comenta com as outras pessoas não é a realidade que ela pensa e sente. Sua Persona nesta situação pode ter vergonha ou receio de comentar o que realmente está acontecendo. Descubra o que ela fala com os outros. O que ela comenta? Como ela age em público?

e)    Quais são as dores da Persona?

Invista seus esforços em descobrir quais são suas maiores dores. Quais são as frustações dela? Desafios que ela enfrenta? Que riscos ela tem que assumir? Quais os seus obstáculos?

f)    O que ela deseja alcançar?

 

No íntimo, o que ela quer realmente ganhar? Como ela consegue atingir seus objetivos?

 

Retirado de Interns4u. http://bit.ly/1zOVjdH

Retirado de Interns4u. http://bit.ly/1zOVjdH

Veja o Mapa da Empatia ilustrado ao lado. Ele torna mais fácil a visualização da Persona que você deseja impactar. Com o mapa, você tem uma visão do emocional, do comportamento da sua Persona, de suas dores e ambições em um único lugar

Faça o download do seu Mapa da Empatia e comece agora mesmo a trabalhar sua Persona. Quando você sabe para quem produzir, o que ela está procurando e suas necessidades, seu trabalho fica muito mais fácil e tranquilo.

Imprima o Mapa da Empatia e utilize-se de post its para definição da sua Persona. Post its de cores diferentes para cada área do Mapa ajudarão você a ter uma  visualização ainda melhor e mais organizada. A vantagem de trabalhar desta forma é que você pode alterar, modificar e acrescentar informações sem perder seu Mapa. Isso traz mais dinâmica.

 

fonte: http://www.digai.com.br/2015/01/como-criar-sua-persona-utilizando-o-mapa-da-empatia/

Facebook lança Workplace, plataforma social para empresas

O Facebook anunciou o Workplace, sua plataforma social voltada para empresas, nesta segunda-feira (10). O serviço funcionou durante um ano com uma versão de teste, e já acumula com cerca de mil clientes corporativos.

Workplace by Facebook é uma espécie de versão profissional da rede social criada por Mark Zuckerberg que pretende colocar em contato todos os funcionários de uma empresa ou organização através do telefone celular.

A plataforma “tem a ambição de mudar a forma de trabalhar das empresas, de dar voz a todos, de oferecer aos funcionários, inclusive os que até então não tinham um e-mail corporativo, as mesmas ferramentas de comunicação que usam em sua vida privada”, explicou à Agência Efe o diretor do projeto, Julien Codorniou.

 

fonte: g1.globo.com

O que é Mídia Programática?

Mídia programática é uma maneira programada de comprar e vender mídia através de ferramentas. O processo automatizado elimina alguns fatores que dão morosidade ao negócio, como negociação humana entre anunciante e publisher, inclusões manuais de anúncios e outros problemas.

Comprar Mídia em “Real Time” e “Ad Networks”

De forma simples, um anunciante pode participar de leilões por cada impressão de anúncio na web que lhe interessar. Esse leilão acontece cada vez que uma página for carregada, e a denominação de Real Time Bidding (RTB) ou compra em tempo real se deve a isso. No início da internet, a única forma de comprar mídia era por meio de negociação com cada site ou portal em que queríamos veicular nossos anúncios.

Com a proporção que a web vem tomando, e sua maior fragmentação, esse processo de compra em isolado já não é mais eficiente como antes e suficiente para as novas demandas de mercado. Assim, começaram a surgir as ad networks (vamos falar mais disso ali embaixo), empresas que agrupam sites, tornando a compra de mídia mais eficiente. As ad networks facilitaram e facilitam o processo de compra de mídia, mas ainda assim o alcance delas é limitado ao volume e conteúdo dos sites que fazem parte da sua rede.

Conheça alguns termos que são usados na Mídia Programática:

AD Exchange: são redes de leilão de inventário, que funcionam nos moldes da Bolsa de Valores. Nesses ambientes, você compra audiência em tempo real. Um exemplo: Quero só perfis de homens de 30 a 40 anos que gostem de futebol e tenham nível superior. Em outras palavras, Ad Exchange é uma plataforma que permite aos anunciantes e publishers comprar e vender espaço publicitário com um preço mais vantajoso, muitas vezes por meio de leilões em tempo real (RTB). Um dos princípios fundamentais de uma Ad exchange é a criação de um ambiente em que o vendedor e o comprador determinam o preço a ser pago pelo espaço publicitário.

AD Network: São sistemas que conectam anunciantes com1 sites que querem vender seus espaços publicitários através de ferramentas. Em suma, são agregadores de conteúdo, que se plugam às Ad Exchanges. Podem ser horizontais, que agrupam os canais por tipo de conteúdo, ou verticais, que só comercializam um assunto.

RTB (Real-Time Bidding): É a expressão que define o modelo de comprar mídia em leilões em tempo real.

DSP (Demand-Side Plataform): Plataforma que auxilia o comprador. “Eu quero comprar a mulher de 34 anos que tenha navegado no Bolsa de Mulher no último mês. A plataforma, então, se conecta com a Ad Exchange e mostra onde essas mulheres estão”.

SSP (Sell-Side Plataform): Para os veículos, é o correspondente da DSP. A plataforma olha para todos os inventários em tempo real, integra as várias praças do mercado e mostra qual é a mais interessante naquele momento.

ATD (Agency Trading Desks): O comprador pode efetuar a compra diretamente, via agência ou por meio de trading desks, que são mesas de operação. Trading Desk é uma equipe que trabalha unindo uma Demand-Side Platform (DSP) e tecnologias que proveem audiência, gerenciando a compra de mídia programática, a mídia baseada em lance (RTB) e a compra de audiência. A Trading Desk trabalha como o centro de excelência das equipes de mídia, ajudando-as a explorar este novo modelo de compra para seus clientes.